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Caminhão que registrou imagens da queda da ponte JK transportava agrotóxicos e foi retirado do rio; VÍDEO

Novas imagens reacendem debate sobre colapso de ponte entre TO e MA O caminhão que registrou imagens da queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre ...

Caminhão que registrou imagens da queda da ponte JK transportava agrotóxicos e foi retirado do rio; VÍDEO
Caminhão que registrou imagens da queda da ponte JK transportava agrotóxicos e foi retirado do rio; VÍDEO (Foto: Reprodução)

Novas imagens reacendem debate sobre colapso de ponte entre TO e MA O caminhão que registrou imagens da queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Tocantins e Maranhão, transportava agrotóxicos e foi retirado do Rio Tocantins. Imagens divulgadas na última quarta-feira (18) mostram o momento exato do desabamento da estrutura, visto de dentro da cabine de um caminhão (veja vídeo acima). A ponte, que ligava Tocantins ao Maranhão pela TO-226, desabou no dia 22 de dezembro de 2024. A retirada do cavalo mecânico (parte onde fica o condutor), modelo Volvo/FH 500, ocorreu no dia 13 de outubro de 2025 (veja o vídeo abaixo). 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp As imagens foram registradas pela câmera de monitoramento de um caminhão da transportadora Expresso Geração, para a qual a advogada Melissa Fachinello presta serviços, que atravessava a ponte no instante do colapso. As imagens mostram que a travessia seguia normalmente até que a ponte começou a desabar. Essas imagens foram recuperadas e anexadas ao processo, segundo a advogada, que representa empresas e pessoas afetadas pelo desabamento, e tramitam no processo que corre na Justiça Federal, conforme apurado pelo g1. A Polícia Federal informou que os vídeos estão no inquérito civil sobre o desabamento. Também afirmou que "diante da complexidade dos fatos apurados, o inquérito policial permanece em andamento, com diligências investigativas ainda em curso." A divulgação dos vídeos, que viralizaram nas redes sociais, ampliou a dor das famílias, que ainda aguardam as indenizações pela tragédia. "Nós estamos todos chorando, todos sofrendo, porque justamente o vídeo pega o momento exato da morte dela através da câmera do caminhão. Parece que um ano se passou e a dor aumentou", contou Amanda Rodrigues, irmã de Lorena Ribeiro, que aparece sendo arremessada em uma moto. Veja o momento que carreta é retirada do Rio Tocantins Segundo a advogada, até o momento, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ainda não iniciou o pagamento de indenizações aos pescadores. A profissional também atua na defesa do setor. O DNIT informou ao g1 que as demandas relacionadas às indenizações pelo desabamento da ponte JK, entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), “encontram-se atualmente judicializadas. Há diversas ações em tramitação, ajuizadas por particulares, por entes públicos — como o Ministério Público — e por organizações da sociedade civil” (veja a íntegra da nota abaixo). Carreta foi retirada do Rio Tocantins após qeuda da ponte Reprodução/Instagram Elias Júnior LEIA TAMBÉM Imagens mostram queda de caminhão vista de dentro da cabine durante desabamento da ponte JK; VÍDEO Novas imagens mostram momento em que caminhões e moto são arremessados em desabamento de ponte entre TO e MA Três vítimas do desabamento da Ponte JK seguem desaparecidas e famílias não foram indenizadas Relembre o acidente Novas imagens reacendem debate sobre colapso de ponte entre TO e MA A ponte colapsou por volta das 14h50 do dia 22 de dezembro de 2024. Com o desabamento, caíram no Rio Tocantins três motos, um carro, duas caminhonetes e quatro caminhões — dois deles carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico, e outros transportavam 22 mil litros de defensivos agrícolas. Em fevereiro de 2025, o que restou da estrutura antiga foi implodido e, logo depois, começaram as obras para a nova estrutura que servirá como uma importante rota para o transporte de pessoas e cargas. Nota completa do DNIT O DNIT informa que as demandas relacionadas às indenizações decorrentes do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek, ocorrido entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), em dezembro de 2024, encontram-se atualmente judicializadas. Há diversas ações em tramitação, ajuizadas por particulares, por entes públicos — como o Ministério Público — e por organizações da sociedade civil. Nessas demandas, são discutidos diferentes tipos de indenização, incluindo danos materiais, danos morais, lucros cessantes e eventuais danos ambientais. Nesse contexto, estão em tratativas, junto à Justiça Federal, iniciativas voltadas à realização de mutirões com foco na busca de soluções consensuais, com o objetivo de conferir maior celeridade e efetividade às respostas às famílias atingidas. Também há a possibilidade de celebração de acordos, observados os procedimentos e critérios estabelecidos na Portaria nº 498/AGU, a partir da análise de viabilidade jurídica e administrativa das propostas apresentadas pelas partes envolvidas. No momento, não é possível estabelecer uma previsão geral para o pagamento das indenizações. No caso das ações judiciais, eventuais pagamentos dependerão do regular andamento processual e ocorrerão por meio de requisições judiciais, como precatórios ou RPVs (Requisições de Pequeno Valor), após decisão definitiva. 📱 Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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